Um piloto de caça americano é resgatado após queda sobre o Irã

Um piloto de caça americano é resgatado após queda sobre o Irã. Aumenta tráfego no Estreito de Hormuz enquanto esforços de paz estagnam e tensões persistem.

Um tripulante foi resgatado e uma missão de busca está em andamento para encontrar outro após a queda de um caça americano sobre o Irã. A situação no Estreito de Hormuz, embora ainda abaixo dos níveis pré-guerra, registra um aumento no tráfego de navios.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as Forças Armadas americanas ainda não iniciaram a destruição do que resta no Irã e que os ataques americanos visarão pontes e usinas de energia. Os preços do petróleo nos EUA continuam a subir, ultrapassando os US$ 111 por barril, devido a temores de escalada no conflito.

O que se sabe sobre a aeronave abatida

Na sexta-feira, dois caças americanos foram abatidos, resultando em uma missão de resgate para um dos dois tripulantes que ainda não foi localizado. Um caça F-15E, com dois tripulantes a bordo, foi derrubado sobre o Irã, com um deles supostamente resgatado. Um segundo avião, um A-10 Warthog, também teria caído na região do Golfo Pérsico, com seu piloto supostamente resgatado.

Uma operação de busca e salvamento está em andamento para encontrar o segundo tripulante do F-15E. Autoridades iranianas ofereceram uma recompensa pelo oficial americano desaparecido.

Esforços de mediação estagnados

Esforços para alcançar um cessar-fogo entre os Estados Unidos, Israel e o Irã teriam chegado a um impasse. A mais recente rodada de mediação, liderada pelo Paquistão, não obteve sucesso, com o Irã informando aos mediadores que não estava disposto a se encontrar com oficiais americanos em Islamabad nos próximos dias. O Irã também considerou as exigências americanas inaceitáveis.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e o presidente russo, Vladimir Putin, discutiram o conflito por telefone, ambos pedindo um cessar-fogo imediato.

Tensões no Líbano e no Estreito de Hormuz

A Embaixada dos EUA em Beirute aconselhou os americanos a deixarem o Líbano, citando a situação de segurança volátil e imprevisível, com ataques aéreos, drones e foguetes ocorrendo em todo o país. A embaixada também alertou sobre possíveis ataques a universidades no Líbano por parte do Irã e de milícias aliadas.

Enquanto isso, o número de navios transitando pelo Estreito de Hormuz aumentou nos últimos dias, embora ainda seja uma fração do tráfego anterior ao início do conflito. O presidente Trump ameaçou assumir o controle do estreito pela força.

Fonte: Dw

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