Petróleo pressiona inflação em março com impacto da guerra

Inflação em março deve acelerar com alta do petróleo e impacto da guerra. Analistas revisam projeções e alertam para pressões em combustíveis e serviços.

O mercado aguarda a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março, que deve registrar um impacto do aumento do preço do petróleo. As estimativas apontam para um avanço de 0,77% no mês, elevando a taxa acumulada em 12 meses para 4,03%, próxima ao teto da meta de inflação.

ira eua 220x118
ira eua 220×118
dolar estrangeiros 1 220x118
dolar estrangeiros 1 220×118
fiis fundos imobiliarios imagem lemon tm istockphoto 220x118
fiis fundos imobiliarios imagem lemon tm istockphoto 220×118
1756218236466 150x150
1756218236466 150×150
fictor 220x118
fictor 220×118
aereas qav guerra 220x118
aereas qav guerra 220×118

Esse cenário reflete os efeitos diretos e indiretos da alta do petróleo, que encarece combustíveis e energia, pressionando cadeias produtivas e o custo final para o consumidor. A prévia do IPCA-15 já indicava essa tendência, com uma alta mensal de 0,44% em março.

O que pressiona a inflação?

A inflação de março é influenciada por uma combinação de fatores. Alimentos e passagens aéreas, que já apresentavam alta, somam-se aos combustíveis, impactados pelo conflito no Oriente Médio. A inflação de serviços, especialmente itens ligados ao ciclo econômico e intensivos em mão de obra, continua sendo um desafio.

Bens industriais devem apresentar alta moderada, com destaque para o segmento de vestuário. Preços administrados, como energia elétrica e combustíveis, também refletem o choque externo.

Analistas revisam projeções de inflação

Casas de análise já ajustam suas projeções para o IPCA. A XP Investimentos elevou a previsão para 2026 de 3,8% para 4,8%, citando pressões persistentes em combustíveis, bens industrializados e serviços. A XP estima alta de 8,2% na gasolina e 23% no diesel no ano.

O banco Daycoval revisou sua projeção para o fim de 2026 para 4,2%, com viés de alta, considerando o cenário externo e riscos climáticos domésticos, como o El Niño.

Fonte: Moneytimes

Adicionar um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Imagens e vídeos são de seus respectivos autores.
Uso apenas editorial e jornalístico, sem representar opinião do site.

Precisa ajustar crédito ou solicitar remoção? Clique aqui.

Publicidade