Governo avaliará aumento da mistura de etanol na gasolina para 32% em maio

Governo avalia aumentar mistura de etanol na gasolina para 32% em maio visando reduzir importações e ampliar autossuficiência energética no Brasil.
Governo avaliará aumento da mistura de etanol na gasolina para 32% em maio em contexto de Finanças do Brasil Governo avaliará aumento da mistura de etanol na gasolina para 32% em maio em contexto de Finanças do Brasil
Governo avaliará aumento da mistura de etanol na gasolina para 32% em maio em destaque no AEconomia.news.

O Ministério de Minas e Energia (MME) confirmou que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) discutirá, em maio, a elevação da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina dos atuais 30% para 32%. A proposta, conhecida como E32, baseia-se em estudos técnicos conduzidos após a implementação da última alteração no teor do combustível.

Objetivo de autossuficiência energética

De acordo com informações do Governo, a medida possui potencial para reduzir a importação de gasolina em aproximadamente 500 milhões de litros mensais. A expectativa é que esse volume auxilie o Brasil a diminuir a dependência externa no abastecimento de combustíveis derivados de petróleo.

Esta iniciativa ganha relevância em meio ao cenário de volatilidade no mercado internacional de petróleo, pressionado por tensões geopolíticas. O aumento da mistura figura como uma estratégia de Segurança energética para o setor de energia e infraestrutura.

O que você precisa saber

  • A proposta está alinhada às diretrizes da Lei do Combustível do Futuro.
  • A implementação visa otimizar a logística interna, liberando terminais de importação.
  • O CNPE avaliará a medida durante reunião agendada para o próximo mês.

Detalhes da implementação

A previsão é que o aumento da mistura tenha vigência inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada mediante nova deliberação do conselho. Além do ganho na balança comercial, a mudança regulatória busca alinhar o país às metas de redução de emissões no setor de transportes, incentivando o uso de fontes renováveis.

Fonte: G1

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