STF: Fachin garante responsabilidade fiscal no tratamento de penduricalhos

Edson Fachin, presidente do STF, assegura que penduricalhos serão tratados com responsabilidade fiscal e respeito à magistratura, cortando benefícios irregulares.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (10) que os chamados penduricalhos serão definidos com responsabilidade fiscal e respeito à magistratura.

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Fachin declarou que a resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), também presidido por ele, busca cumprir as decisões do STF. Segundo o ministro, caso haja benefícios que ultrapassem o previsto pela corte, eles serão cortados.

“A primeira e última palavra sobre essa matéria é a do plenário do Supremo Tribunal Federal. Portanto, a resolução do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, que é do mesmo teor, buscam cumprir as determinações do Supremo Tribunal Federal. Se houver alguma questão que esteja desbordando do que o Supremo Tribunal Federal decidiu ou entende que faça parte da sua decisão, evidentemente que nós vamos cortar”, disse Fachin, durante um evento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Ele acrescentou: “Nós queremos colocar ordem nesta matéria. Vamos colocar ordem com racionalidade, com responsabilidade fiscal e, ao mesmo tempo, com respeito à magistratura, com respeito à vida das pessoas que se dedicam muitas vezes em condições desafiadoras, por que não dizer em condições inseguras, que julgam o crime organizado, julgam o tráfico de drogas, prestam serviço diário à comunidade. Portanto, nós queremos conjugar aí respeito ao teto funcional com respeito à magistratura”.

A regulamentação dos benefícios pelo CNJ e pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) visou normatizar os limites aos penduricalhos definidos pelo Supremo. Contudo, na prática, também previu a criação de novos pagamentos.

Os penduricalhos recriados custaram R$ 1,2 bilhão no ano passado.

Fonte: UOL

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