Caiado, Zema e Aldo Rebelo criticam Judiciário e buscam diferenciação na direita

Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Aldo Rebelo criticam o Judiciário e buscam se diferenciar na direita em evento em Porto Alegre. Saiba mais.

Na disputa pelo espaço no campo conservador, os pré-candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Aldo Rebelo (DC) participaram da 39ª edição do Fórum da Liberdade em Porto Alegre. O objetivo foi tentar se diferenciar diante de um eleitorado também disputado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL).

166837739963716b37e171e 1668377399 3x2 md
166837739963716b37e171e 1668377399 3×2 md
1730132343671fb977e0685 1730132343 3x2 md
1730132343671fb977e0685 1730132343 3×2 md
1730147945671ff669a327c 1730147945 3x2 md
1730147945671ff669a327c 1730147945 3×2 md
177582217169d8e55ba671c 1775822171 3x2 md
177582217169d8e55ba671c 1775822171 3×2 md

Apesar do alinhamento em pautas como a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e críticas ao Judiciário e à política econômica do governo Lula, os três apresentaram perfis distintos dentro do campo da direita.

Caiado foca em experiência e agronegócio

Ronaldo Caiado buscou se apresentar como político experiente, destacou sua proximidade com o agronegócio e reafirmou que, se eleito presidente, seu primeiro ato será conceder anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro.

Zema defende penas mais duras e agregador

Romeu Zema defendeu o agravamento de penas para crimes cometidos por agentes públicos, especialmente do Judiciário, sem citar nomes. Ele afirmou que a aliança formada para sua reeleição em 2022, composta por nove partidos, demonstra sua capacidade de agregar outros partidos.

Aldo Rebelo critica o STF e se define como nacionalista

Aldo Rebelo foi quem mais teceu críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que o Brasil não é governável com a atual composição da corte. Ele se definiu como “nacionalista e em defesa do desenvolvimento”, crítico da atuação de ONGs internacionais e do identitarismo.

Propostas de segurança pública divergem

Os pré-candidatos defenderam políticas de segurança alinhadas com lideranças conservadoras no continente. Caiado disse que encaminharia um projeto ao Congresso para classificar facções como grupos terroristas. Zema mencionou o modelo de segurança de Nayib Bukele em El Salvador como exemplo. Aldo Rebelo defendeu o endurecimento da legislação penal, relacionando o tema à atuação de facções na Amazônia.

Os organizadores do evento informaram que outros pré-candidatos foram convidados, mas não responderam.

Fonte: UOL

Adicionar um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Imagens e vídeos são de seus respectivos autores.
Uso apenas editorial e jornalístico, sem representar opinião do site.

Precisa ajustar crédito ou solicitar remoção? Clique aqui.

Publicidade