Celina Leão aponta fraude no BRB e nega privatização do banco

BRB enfrenta investigação por fraude na gestão de Paulo Henrique Costa. Governadora Celina Leão nega privatização e anuncia corte de gastos no DF.
Governadora Celina Leão em entrevista sobre a situação do BRB. Governadora Celina Leão em entrevista sobre a situação do BRB.
Celina Leão aponta fraude no BRB e nega privatização do banco em destaque no AEconomia.news.

O Banco de Brasília (BRB) enfrenta investigações por uma suposta gestão fraudulenta durante a administração de seu ex-presidente, Paulo Henrique Costa. Segundo a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, o banco foi vítima de esquemas de propina envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, totalizando R$ 146 milhões em transações suspeitas com imóveis de luxo.

O que você precisa saber

  • APolícia Federalapura operações irregulares na aquisição de participação noBanco Master.
  • Celina Leão refuta categoricamente a privatização doBRB, garantindo a manutenção do controle estatal.
  • O governo distrital implementa um plano de ajuste fiscal para conter o déficit orçamentário.

Gestão e investigações em curso

A governadora classificou as ações de Paulo Henrique Costa como criminosas e focadas em interesses pessoais, comprometendo a integridade da instituição financeira. A apuração sobre a compra do Banco Master e outras irregularidades segue sob análise da Justiça, que determinará a extensão das responsabilidades individuais dos envolvidos.

Paralelamente, o governo local lida com pressões fiscais causadas por reajustes de servidores e deliberações do Tribunal de Contas da União (TCU). O governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal para flexibilizar regras previdenciárias e recompor o orçamento.

Ajuste fiscal e solidez bancária

O BRB busca normalizar suas operações internas enquanto o governo planeja cortes de despesas entre 5% e 10% no orçamento total, estimado em R$ 74 bilhões. A estratégia prioriza a renegociação de contratos administrativos e a eficiência na governança digital.

A governadora assegurou que serviços essenciais, como a saúde, estão protegidos dos cortes. O governo exclui a necessidade de auxílio financeiro da União, focando em novas parcerias no Mercado Financeiro para garantir a sustentabilidade da instituição.

Fonte: Estadão

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