Um despacho de 2018, assinado pelo então presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, determinou o sigilo de oito anos sobre a liquidação do Banco Master. A decisão restringe a margem de manobra do atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, para uma eventual liberação da documentação.
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A medida estabelece um período de confidencialidade para os processos de liquidação de instituições financeiras, visando a proteção de informações sensíveis e a estabilidade do sistema financeiro.
O Banco Master passou por um processo de liquidação, cujos detalhes e documentos associados foram classificados como sigilosos por um período de oito anos, conforme o despacho de 2018.
A manutenção do sigilo impacta a transparência sobre as razões e os desdobramentos da liquidação, limitando o acesso público a informações relevantes sobre o caso.
Fonte: Globo