O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou, durante a 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum em Defesa da Democracia, em Barcelona, que o extremismo político no Brasil permanece ativo, apesar das recentes condenações judiciais de figuras envolvidas em tramas golpistas. Segundo o mandatário, o movimento continua articulado e possui planos de influenciar os próximos ciclos eleitorais.
Contexto político e democrático
Durante o evento, que reuniu líderes internacionais como Pedro Sánchez, Gustavo Petro e Claudia Sheinbaum, o presidente reforçou que o enfrentamento ao extremismo é uma responsabilidade interna e um desafio contínuo para o país. O debate centrou-se na coordenação internacional para a preservação das instituições democráticas diante de novas ameaças globais que impactam a Política Econômica e a estabilidade social.
Críticas ao multilateralismo
Além da conjuntura nacional, Lula criticou a atuação das Nações Unidas e o atual modelo de multilateralismo vigente. O presidente questionou o alto volume de gastos globais em armamentos, estimado em US$ 2,7 trilhões, apontando o contraste entre esse investimento e a persistência da fome mundial e de conflitos regionais.
Debate sobre governança global
O chefe do Executivo defendeu a ampliação dos debates sobre a descarbonização e a soberania das nações, criticando o que classificou como uma postura de “imperadores” nas relações internacionais. O governo brasileiro busca consolidar, em fóruns globais, uma agenda que garanta a soberania da escolha democrática e a estabilidade das instituições, tema monitorado de perto pela justiça em diversos processos de responsabilização Política.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/p/a/LbK7qYQ1GdIvTiZB8Kig/55215163875-e35644c0f3-k.jpg)
Fonte: Globo