A forte alta dos juros futuros em março expôs a concentração de apostas de queda nas taxas por parte de fundos multimercado. A divulgação das cartas de grandes gestoras revelou perdas expressivas, marcando o pior desempenho mensal para fundos macro desde o início da pandemia.
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O cenário de turbulência foi agravado pela disparada do petróleo, que impactou o mercado doméstico de juros. Essa situação reforça a justificativa para a intervenção do Tesouro Nacional, que realizou recompras de títulos públicos para estabilizar o mercado.
A concentração dessa posição de queda nas taxas futuras gerou estresse significativo para os fundos no mês passado. A volatilidade recente nos mercados financeiros globais, influenciada por fatores como a instabilidade no Oriente Médio, também contribui para o cenário de incerteza.
A alta do petróleo, em particular, tem implicações diretas na inflação e pode afetar as decisões de política monetária. Acompanhar a evolução desses indicadores é crucial para entender os próximos passos do mercado.
Fonte: Globo