Aneel aprova reajuste de até 15% nas tarifas de energia elétrica

A Aneel aprovou reajustes de 5% a 15% nas tarifas de energia de oito distribuidoras. Confira quais concessionárias foram afetadas pelo aumento.
Medidor de energia elétrica residencial em destaque. Medidor de energia elétrica residencial em destaque.
Aneel aprova reajuste de até 15% nas tarifas de energia elétrica em destaque no AEconomia.news.

A Agência Nacional de energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta quarta-feira novos reajustes nas tarifas de Energia para oito distribuidoras em diversas regiões do país. Os aumentos, que variam entre 5% e 15%, entram em vigor ainda nesta semana e impactam diretamente o orçamento das famílias e empresas atendidas por essas concessionárias.

O que você precisa saber

  • Os reajustes atingem distribuidoras dos gruposEnergisa,Neoenergia,EneleCPFL.
  • O maior aumento homologado foi de 15,12% para aCPFL Santa Cruz.
  • Medidas de alívio tarifário, como o uso de recursos da repactuação do Uso do Bem Público (UBP) e diferimentos, foram aplicadas para atenuar as altas.

Distribuidoras afetadas pelos reajustes

O grupo Energisa teve reajustes aprovados para três concessionárias: EMS (mato grosso do Sul) com 12,11%, EMT (Mato Grosso) com 6,86% e ESE (Sergipe) com 6,86%. No grupo Neoenergia, a Coelba (Bahia) apresenta alta de 5,85% e a Cosern (Rio Grande do Norte) de 5,40%. A Enel Distribuição Ceará teve reajuste de 5,78%.

As distribuidoras da CPFL também registraram novos valores: a CPFL Paulista terá alta de 12,13%, enquanto a CPFL Santa Cruz, que atua em municípios de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, terá o maior reajuste do grupo, fixado em 15,12%.

Impacto dos custos e medidas de modicidade

Os aumentos refletem a alta dos encargos setoriais e a retirada de itens financeiros que reduziram as tarifas em períodos anteriores. Para mitigar o impacto ao consumidor, a Aneel autorizou o uso de recursos da repactuação do Uso do Bem Público (UBP) e permitiu que algumas empresas realizassem o diferimento de valores para processos tarifários futuros.

A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que financia subsídios e políticas públicas, segue como ponto de atenção para o regulador, com orçamento superior a R$ 50 bilhões para 2026. A Gestão desses custos é um desafio constante para a política econômica do setor elétrico, que busca equilibrar a sustentabilidade financeira das distribuidoras com a modicidade tarifária.

Fonte: Moneytimes

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