SinalOn expande mercados de previsão na América Latina

A SinalOn expande sua atuação na América Latina em um mercado de previsões avaliado em US$ 30 bilhões, focando em inteligência estratégica e dados.
Interface da plataforma SinalOn para análise de dados e mercados de previsão. Interface da plataforma SinalOn para análise de dados e mercados de previsão.
SinalOn expande mercados de previsão na América Latina em destaque no AEconomia.news.

A SinalOn amplia sua operação na América Latina ao explorar um setor global de mercados de previsão que movimenta aproximadamente US$ 30 bilhões. A plataforma emprega tecnologia para converter a inteligência coletiva em dados estratégicos, com foco em indicadores econômicos, decisões políticas e oscilações financeiras.

Diferente dos mercados estabelecidos nos Estados Unidos e na Europa, a região latino-americana apresenta uma carência de plataformas estruturadas. A empresa identifica no Brasil, México, Argentina e Colômbia os principais polos para a implementação de suas ferramentas, aproveitando a crescente digitalização e o engajamento público nestas nações.

Estrutura operacional e modelo de negócios

A companhia desenvolveu um motor de mercado próprio que inclui um sistema de livro de ordens e algoritmos de precificação dinâmica. O modelo de receita inicial baseia-se em taxas transacionais, com planos de expansão para a comercialização de insights agregados a fundos de investimento e corporações. A estratégia busca transformar a percepção pública em inteligência acionável, similar ao papel da inteligência artificial aplicada às finanças públicas.

Foco em conformidade e inteligência econômica

A SinalOn prioriza a captura de expectativas coletivas durante ciclos eleitorais e divulgações de indicadores macroeconômicos. Segundo Sandro Santos, fundador da Group Input S.A., holding responsável pelo projeto, o objetivo consiste em estabelecer os mercados de previsão como uma camada fundamental de inteligência econômica regional. A empresa mantém o foco na conformidade regulatória, acompanhando as discussões de autoridades sobre a estruturação destas ferramentas no continente.

Fonte: Estadão

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