BlackRock registra lucro líquido de US$ 2,21 bilhões no 1º trimestre

BlackRock anuncia lucro líquido de US$ 2,21 bilhões no 1º trimestre de 2026, impulsionado por taxas de administração e fluxo de recursos.
FILE PHOTO: The BlackRock logo is pictured outside their headquarters in the Manhattan borough of New York City, New York, U.S., May 25, 2021. REUTERS/Carlo Allegri/File Photo

A BlackRock registrou Lucro líquido de US$ 2,21 bilhões no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 46% em relação ao ano anterior. O resultado foi impulsionado pelo avanço nas taxas de administração e por um forte fluxo de recursos para seus produtos, conforme divulgado em balanço.

O lucro por ação ajustado atingiu US$ 12,53, superando a expectativa de analistas consultados pela FactSet, que era de US$ 11,70. A receita total no período somou US$ 6,7 bilhões, um crescimento de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse aumento reflete a expansão orgânica das taxas, maior contribuição de serviços tecnológicos e o impacto de aquisições recentes, superando as expectativas de US$ 6,5 bilhões.

Ativos sob gestão e captação de recursos

Ao final de março, os ativos sob gestão (AUM) totalizavam US$ 13,89 trilhões. Apesar da leve queda em relação ao final de 2025, devido à volatilidade dos mercados, a gestora registrou uma entrada líquida de US$ 130 bilhões no trimestre. Destaque para a captação recorde nos ETFs iShares, que alcançou US$ 132 bilhões.

Retorno aos acionistas e mercados privados

A empresa também realizou recompra de ações no valor de US$ 450 milhões e aumentou o dividendo trimestral em 10%, para US$ 5,73 por papel. A divisão de mercados privados apresentou entradas líquidas de US$ 9 bilhões, com destaque para crédito privado e infraestrutura.

Perspectivas e consolidação no mercado

O CEO Larry Fink comentou que o capital está em movimento devido à reavaliação de fundamentos e relações no mercado. Ele destacou a consolidação da BlackRock como um destino preferencial para investidores. Operacionalmente, o lucro avançou 66% no comparativo anual, e a margem operacional GAAP subiu para 42%.

Fontes: Infomoney Moneytimes

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