50% dos brasileiros percebem piora na economia, aponta Genial/Quaest

Cinquenta por cento dos brasileiros sentem que a economia piorou, aponta pesquisa Genial/Quaest. Aumento nos preços de alimentos e queda no poder de compra são percebidos.

A percepção de que a economia piorou nos últimos doze meses atinge 50% dos brasileiros, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira. O levantamento também indica que mais de 70% dos entrevistados acreditam que o preço dos alimentos subiu no último mês e que o poder de compra diminuiu no último ano.

O índice de percepção de piora na Economia tem apresentado crescimento contínuo. Em janeiro e fevereiro, o percentual era de 43%, subindo para 48% em março e alcançando 50% na pesquisa atual. Outros 21% dos brasileiros avaliam que o cenário econômico melhorou, enquanto 27% consideram que permaneceu igual. Apenas 2% não responderam.

Aumento nos preços de alimentos

A maioria dos brasileiros, 72%, percebeu um aumento nos preços dos alimentos nos mercados no último mês. Este índice é superior aos 58% registrados na pesquisa de março. Para 18% dos entrevistados, os preços permaneceram estáveis, e 8% notaram uma queda. 2% não responderam.

Poder de compra em queda

A percepção de queda no poder de compra no último ano também é acentuada, com 71% dos brasileiros sentindo essa diminuição. Na pesquisa anterior, em março, este percentual era de 64%, e em fevereiro, 61%. Para 17% o poder de compra está igual, e 11% relatam que está maior. 1% não respondeu.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 9 e 13 de abril, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Principais preocupações

A economia figura entre as principais preocupações dos brasileiros, embora não seja a primeira. A violência lidera as citações com 27%, seguida pela corrupção (19%) e problemas sociais (16%). Saúde foi mencionada por 14%, economia por 9% e educação por 7%.

Fontes: Globo Estadão

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