Setor de serviços cresce 0,1% em fevereiro e fica abaixo das projeções

Setor de serviços do Brasil cresce 0,1% em fevereiro frente a janeiro, abaixo das projeções. Variação anual foi de 0,5%.

O setor de serviços do Brasil registrou uma expansão de 0,1% em fevereiro em relação a janeiro, e de 0,5% na comparação anual. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O desempenho mensal ficou aquém da expectativa de 0,5% projetada por uma pesquisa da Reuters. A variação anual de 0,5% também se mostrou inferior à previsão de 1,7%.

As atividades de Informação e Comunicação, com um avanço de 1,1%, e Transportes, com alta de 0,6%, foram os principais motores do resultado. Notavelmente, os Serviços de TI e o transporte rodoviário de cargas impulsionaram o setor, que atingiu um patamar Recorde em sua série histórica.

Segundo Luiz Carlos de Almeida Junior, analista do IBGE, o protagonismo do setor de informação e comunicação tem se consolidado desde o período pós-pandemia, exercendo influência significativa sobre o desempenho geral de serviços.

Em fevereiro, três das cinco atividades monitoradas apresentaram crescimento. Além de Informação e Comunicação e Transportes, os serviços prestados às famílias avançaram 1,4%, revertendo a queda de 0,5% observada em janeiro.

Em contrapartida, os serviços profissionais, administrativos e complementares registraram a terceira taxa negativa consecutiva, com uma queda de 0,3%. Outros serviços também apresentaram recuo de 0,4%.

Na comparação anual com fevereiro de 2025, o volume de serviços cresceu 0,5%, marcando o 23º resultado positivo consecutivo. O setor de informação e comunicação (4,9%) liderou os impactos positivos, impulsionado por consultoria em Tecnologia da informação e serviços de internet.

Os serviços prestados às famílias (4,2%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,8%) também contribuíram positivamente na análise anual. Por outro lado, os transportes (-2,8%) e outros serviços (-2,8%) apresentaram os principais impactos negativos.

Fontes: Infomoney Moneytimes

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