Bolsonaro tem melhora no ombro, mas pulmão esquerdo segue com alteração

Ex-presidente Jair Bolsonaro tem melhora no ombro direito, mas pulmão esquerdo segue com alteração. Ele cumpre prisão domiciliar humanitária em Brasília.

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta melhora na dor e mobilidade do ombro direito após sessões de fisioterapia, mas ainda enfrenta comprometimento na parte inferior do pulmão esquerdo. Ele se recupera de pneumonia bacteriana e cumpre prisão domiciliar humanitária em Brasília, concedida pelo STF devido a problemas de saúde.

Segundo o cardiologista Brasil Caiado, Bolsonaro se recupera bem da pneumonia bacteriana. A pressão arterial está controlada, mas ele ainda sente fadiga e cansaço, com pequena melhora. Na última semana, o ex-presidente teve apenas um episódio de soluço, breve e sem necessidade de medicação extra.

O ex-presidente faz fisioterapia três vezes por semana e reabilitação cardiorrespiratória seis vezes por semana. O cardiologista informou que foram incluídos exercícios de força para as pernas, com o objetivo de melhorar o equilíbrio e reduzir o risco de quedas.

O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas relatou a evolução em duas sessões. Em 6 de abril, parte dos exercícios foi feita, mas os movimentos do ombro não puderam ser realizados por causa de dor e limitação de movimento. Em 9 de abril, Bolsonaro conseguiu usar resistência elástica para ativar os músculos do ombro e relatou melhora da dor e da mobilidade articular. Uma crise de soluços, porém, gerou aumento de tensão cervical e dor na região dorsal, o que exigiu nova sessão de agulhamento, liberação miofascial e laserterapia.

O fisioterapeuta avaliou a resposta ao tratamento como positiva, mas ressaltou que Bolsonaro ainda tem limitações de movimento e outros problemas clínicos. O ortopedista que visitou o ex-presidente nesta semana manteve o uso de analgésicos à noite para o ombro direito.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária por 90 dias. Em 13 de março, foi internado com broncopneumonia bacteriana bilateral. O quadro levou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, a conceder prisão domiciliar humanitária por 90 dias, após a Procuradoria-Geral da República se manifestar favorável à medida. Os laudos encaminhados nesta sexta-feira integram o acompanhamento clínico previsto durante esse período.

Fonte: Estadão

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