A paralisação do julgamento sobre a eleição suplementar do Rio de Janeiro no Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido de vista do ministro Flávio Dino, tem como efeito prático a continuidade do desembargador Ricardo Couto no cargo de governador interino. A decisão sobre quem comandará o Estado até o fim do ano, se por votação direta ou indireta na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), está suspensa.
O interesse das lideranças políticas fluminenses se concentra em quem ocupará o Palácio Guanabara neste período. A manutenção de Couto no cargo ocorre enquanto o Partido Liberal (PL) defende a volta da linha sucessória, em contrapartida à posição do ex-prefeito Eduardo Paes, que apoia a permanência do desembargador.
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Fonte: Globo