O Banco ABC Brasil estruturou sua vertical imobiliária, uma área especializada que já responde por cerca de 8% do portfólio de ativos do banco, com mais de 300 empreendimentos atendidos e 120 em processo ativo.
A nova configuração reúne áreas de crédito, produtos e cash management focadas no segmento, visando maior integração e inteligência de mercado. O objetivo é ampliar a capacidade de entender riscos, identificar oportunidades e propor soluções mais sofisticadas para o setor imobiliário.
Serviço especializado
A verticalização reorganizou a atuação do banco sob uma lógica segmentada, com seis bankers dedicados exclusivamente ao relacionamento com incorporadoras listadas e desenvolvedores regionais. O time é qualificado para lidar com temas jurídicos, tributários e regulatórios específicos do setor, como incorporação imobiliária e patrimônio de afetação.
Ao concentrar esse conhecimento em uma estrutura dedicada, o banco acelera a tomada de decisão e amplia sua capacidade de promover operações aderentes às necessidades reais dos clientes.
Foco em alta renda
A atuação da vertical imobiliária do ABC Brasil está concentrada em grandes centros urbanos e regiões de maior dinamismo, como Sudeste, Sul e Centro-Oeste. O portfólio contempla empreendimentos residenciais de médio e alto padrão, além de projetos ligados ao Minha Casa Minha Vida e iniciativas comerciais.
As soluções financeiras incluem financiamento à construção, operações para aquisição de terrenos, crédito para capital de giro e estruturas via mercado de capitais, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
Parceria de longo prazo
A criação da vertical imobiliária reforça o posicionamento do Banco ABC Brasil em um setor que exige conhecimento técnico, agilidade e capacidade de adaptação. Ao concentrar expertise e integrar áreas estratégicas, o banco busca ampliar sua relevância junto a clientes que demandam soluções cada vez mais sofisticadas.
O banco visa fortalecer relações de longo prazo em um mercado onde execução e confiança caminham juntas.
Fonte: Infomoney