Wall Street despenca após Trump mudar tom sobre conflito no Irã

Wall Street abre em forte queda após declarações de Donald Trump sobre o conflito no Irã, aumentando a tensão geopolítica e impactando os mercados globais.

Os índices de Wall Street iniciaram o pregão desta quinta-feira (2) com perdas expressivas. A movimentação ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alterar sua postura em relação ao conflito no Oriente Médio.

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Nos primeiros minutos de negociação, o índice Dow Jones registrou uma queda superior a 600 pontos.

Confira o desempenho dos principais índices após a abertura:

  • Dow Jones: -1,29%, aos 45.965,30 pontos;
  • S&P 500: -1,38%, aos 6.484,31 pontos;
  • Nasdaq: -1,93%, aos 21.420,24 pontos.

Sem perspectiva de fim da guerra

As tensões no Oriente Médio se intensificaram nas últimas horas. Donald Trump afirmou que os ataques ao Irã seriam mantidos, sem se comprometer com um cronograma específico para o encerramento do conflito.

“Vamos terminar o trabalho, e vamos terminá-lo muito rápido. Estamos chegando muito perto”, declarou Trump na noite de quarta-feira (1º). Ele acrescentou que as forças armadas americanas estavam próximas de atingir seus objetivos, mas não forneceu detalhes.

Por outro lado, o comandante-chefe do Exército iraniano, Amir Hatami, declarou que o país deve monitorar os movimentos inimigos com máximo pessimismo e precisão, e estar pronto para combater qualquer tipo de ataque.

“Nenhuma tropa inimiga deve sobreviver se os adversários tentarem uma operação terrestre”, disse Hatami, segundo a mídia estatal.

Agências de inteligência dos EUA avaliaram que o governo iraniano não demonstra disposição para negociações substanciais para o fim da guerra.

Dados em segundo plano

Em paralelo, os investidores analisaram novos dados de emprego. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caíram em 9.000, totalizando 202.000 na semana encerrada em 28 de março, conforme informou o Departamento do Trabalho.

Economistas consultados pela Reuters esperavam 212.000 pedidos para a semana.

O déficit comercial dos Estados Unidos aumentou em fevereiro. A recuperação das importações superou o forte crescimento das exportações, que atingiram um recorde. Isso pode manter o comércio como um fator de peso para o crescimento econômico no primeiro trimestre.

O déficit comercial cresceu 4,9%, alcançando US$ 57,3 bilhões. Os economistas previam um saldo negativo de US$ 61,0 bilhões em fevereiro.

Fonte: Moneytimes

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