A colunista Tati Bernardi expressa um sentimento de afeto ampliado em relação a pessoas de diferentes espectros políticos, especialmente em 2026. Ela descreve um desejo de abraçar e compreender indivíduos com visões distintas, mesmo aqueles com quem normalmente não teria afinidade.


Bernardi menciona a vontade de se conectar com pessoas de esquerda, incluindo aquelas que se identificam com termos como “saberes”, “pensares” e “agires”. Ela também fala sobre a admiração por indivíduos com estilos de vida e profissões que fogem do convencional, como herdeiras que ressignificam objetos antigos ou filhos de artistas que exploram a história da arte e o cinema sem um resultado profissional aparente.
A colunista também aborda a admiração por escritores que se dedicam a plataformas como o Substack, mesmo com um número reduzido de leitores, e valoriza suas críticas ao mercado editorial. Ela expressa um desejo de acolher e apoiar pessoas que se dedicam a áreas como “facilitadora de processos interpessoais de dinâmica organizacional” ou “mentora afetiva de comunicação intuitiva de processos”, além de mestrandos que desenvolvem estudos complexos.
Em um tom de inclusão, Bernardi estende esse sentimento a diferentes grupos, incluindo a “galera dos brasis” e aqueles que podem ter visões políticas divergentes. Ela reconhece a importância de não fechar os olhos para “imundícies” dentro do próprio campo político, citando exemplos como a desconsideração da luta de mulheres trans e o antissemitismo. A colunista conclui com uma declaração de afeto e desejo de proximidade, mesmo diante de críticas ou divergências.
Fonte: UOL