Petróleo sobe 5% com tensões no Oriente Médio e impasse com Irã

Preço do petróleo sobe 5% com novas tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio e incertezas sobre o fornecimento global de energia.
Gráfico de variação do preço do barril de petróleo Brent no mercado internacional. Gráfico de variação do preço do barril de petróleo Brent no mercado internacional.
Petróleo sobe 5% com tensões no Oriente Médio e impasse com Irã em destaque no AEconomia.news.

O preço do petróleo registra forte alta nesta segunda-feira, impulsionado por novas tensões geopolíticas no Oriente Médio que colocam em dúvida a viabilidade de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã. O mercado reage à apreensão de um navio de carga iraniano por forças americanas e ao fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde circula cerca de 20% da exportação global da commodity.

O que você precisa saber

  • Opetróleotipo Brent registra alta de 5,71%, cotado a US$ 95,53 por barril.
  • O WTI apresenta valorização de 6,21%, atingindo US$ 89,06 por barril.
  • O cessar-fogo vigente expira nesta quarta-feira, sem confirmação de novas negociações.

Impacto no mercado global

A instabilidade na região pressiona os preços das commodities, refletindo o temor de investidores sobre a continuidade do fornecimento global. O governo americano, sob a gestão de Donald Trump, endureceu o discurso, ameaçando represálias contra infraestruturas energéticas iranianas caso as negociações não avancem. A situação gera incertezas sobre o comportamento das bolsas asiáticas e outros mercados emergentes diante da volatilidade dos preços de energia.

Negociações em xeque

O vice-presidente americano, J.D. Vance, tem agenda prevista para liderar uma rodada de conversas no Paquistão nesta terça-feira. Contudo, a participação de representantes iranianos permanece incerta. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que o país mantém suas exigências e classificou as posições americanas como irrealistas. A manutenção do bloqueio naval, mesmo após a reabertura parcial do Estreito de Ormuz, segue como um dos principais entraves para a diplomacia.

Fonte: Globo

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