Boletim Focus revisa projeções de inflação e Selic para cima

O Boletim Focus do Banco Central eleva as projeções de inflação pelo IPCA e da taxa Selic para 2026, refletindo ajustes no mercado financeiro nacional.
Gráfico representando a variação das projeções do Boletim Focus para indicadores econômicos. Gráfico representando a variação das projeções do Boletim Focus para indicadores econômicos.
Boletim Focus revisa projeções de inflação e Selic para cima em destaque no AEconomia.news.

O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, apresenta ajustes nas expectativas do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos do país. Economistas elevaram as projeções para a inflação medida pelo IPCA e para a taxa básica de juros, a Selic, para os próximos anos.

O que você precisa saber

  • A projeção para oIPCAem 2026 subiu de 4,71% para 4,80%.
  • A estimativa para a taxaSelicem 2026 avançou de 12,50% para 13% ao ano.
  • As expectativas para o crescimento doPIBem 2026 foram levemente ajustadas para 1,86%.

Impacto na inflação e juros

As projeções para o IPCA em 2027 também registraram alta, passando de 3,91% para 3,99%. Para os anos de 2028 e 2029, as estimativas de inflação permanecem em 3,60% e 3,50%, respectivamente. Este cenário de inflação persistente influencia diretamente a Política Econômica e as decisões conduzidas pelo Banco Central.

No que diz respeito à Selic, além da elevação para 2026, o mercado projeta agora uma taxa de 11% para 2027, ante os 10,50% previstos anteriormente. Para 2029, a expectativa subiu de 9,75% para 9,88%, enquanto a previsão para 2028 foi mantida em 10%.

Câmbio e atividade econômica

Em relação ao câmbio, o Mercado Financeiro revisou para baixo a cotação do dólar ao final de 2026, projetando R$ 5,30. Para os anos seguintes, as estimativas foram ajustadas para R$ 5,35 em 2027, R$ 5,40 em 2028 e R$ 5,45 em 2029.

O crescimento do PIB para 2026 foi revisado para 1,86%. As projeções para os anos de 2027, 2028 e 2029 foram mantidas em 1,80%, 2% e 2%, respectivamente, indicando uma estabilidade na expectativa de expansão da economia brasileira a médio prazo.

Fonte: Moneytimes

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