Bolsas europeias encerram pregão sem direção única sob influência de tensões no Oriente Médio

Bolsas europeias fecham sem direção única com investidores monitorando tensões geopolíticas no Oriente Médio e dados de inflação na zona do euro.
Bolsas europeias encerram pregão sem direção única sob influência de tensões no Oriente Médio em contexto de Finanças do Brasil Bolsas europeias encerram pregão sem direção única sob influência de tensões no Oriente Médio em contexto de Finanças do Brasil
Bolsas europeias encerram pregão sem direção única sob influência de tensões no Oriente Médio em destaque no AEconomia.news.

As principais bolsas europeias encerraram o pregão desta quinta-feira (16) com desempenhos divergentes, refletindo um cenário de cautela frente aos riscos geopolíticos no Oriente Médio e dados macroeconômicos regionais. O mercado oscilou entre o otimismo por eventuais avanços diplomáticos e a prudência quanto ao setor de energia.

Desempenho dos principais índices

O índice Stoxx 600, que engloba as principais empresas da região, registrou leve queda de 0,05%, aos 616,94 pontos. Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,29%, chegando aos 10.589,99 pontos, enquanto o DAX, de Frankfurt, subiu 0,36%, atingindo 24.154,47 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,14%, encerrando o dia aos 8.262,70 pontos.

Geopolítica e impacto no setor energético

O noticiário sobre o Oriente Médio ditou o ritmo dos negócios após a confirmação de um cessar-fogo de dez dias entre Israel e Líbano. Além disso, investidores monitoram as negociações entre Estados Unidos e Irã visando garantir a estabilidade no Estreito de Ormuz, fator crítico para o transporte de petróleo.

Empresas do setor de energia, como TotalEnergies e Repsol, registraram valorização com a expectativa de manutenção dos preços do barril. Por outro lado, companhias aéreas como easyJet, KLM e Lufthansa enfrentaram pressão vendedora devido aos custos elevados de combustível e riscos operacionais.

Dados da zona do euro e Reino Unido

A inflação na zona do euro foi revisada para 2,6% em março, patamar acima da meta de 2%, mantendo a pressão sobre as margens das empresas devido aos juros elevados. Em paralelo, o PIB do Reino Unido apresentou desempenho positivo em fevereiro, superando as projeções iniciais do mercado.

Fonte: Globo

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