O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), reafirma a manutenção de sua pré-candidatura à Presidência da República até o final do processo eleitoral de 2026. O político defende que, embora a pulverização de candidaturas da direita no primeiro turno possa favorecer a esquerda, a expectativa é de uma união do campo conservador em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Trajetória e perfil de gestão
Em declarações recentes, Zema enfatiza sua experiência de três décadas no setor privado para diferenciar seu nome de outras figuras da direita, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). O pré-candidato aponta a criação de empregos e a vivência com a carga tributária como eixos centrais de sua identidade política.
Expectativas para as eleições de 2026
O governador mineiro projeta que o pleito será guiado pelo descontentamento do eleitorado com o atual cenário político em Brasília, comparando o clima atual ao observado nas eleições de 2018. Segundo Zema, essa insatisfação pode resultar em mudanças significativas na composição dos Poderes em outubro de 2026.
Definição de chapa e impacto no mercado
Sobre a vice-presidência, Zema informa que ainda não definiu um nome, mas busca um perfil diverso, priorizando a inclusão de uma mulher ou uma pessoa negra na composição da chapa. O mercado financeiro monitora essas movimentações, avaliando potenciais impactos nos juros futuros e no risco fiscal do país durante o período eleitoral.
Fonte: Infomoney