Iguatemi desenvolve novo bairro planejado em Campinas

A Iguatemi desenvolve o projeto Casa Figueira em Campinas, um bairro planejado com 100 prédios e potencial de R$ 10 bilhões em vendas totais.
Maquete e planejamento do novo bairro Casa Figueira em Campinas. Maquete e planejamento do novo bairro Casa Figueira em Campinas.
Iguatemi desenvolve novo bairro planejado em Campinas em destaque no AEconomia.news.

A Iguatemi, administradora de shoppings e outlets, avança com a estruturação do Casa Figueira, um projeto imobiliário de grande escala localizado em Campinas, no interior de São Paulo. O empreendimento ocupa uma área de 1 milhão de metros quadrados, dimensão comparável ao bairro paulistano Vila Olímpia, consolidando uma nova frente de atuação urbana da companhia.

Estrutura e investimentos no Casa Figueira

O plano diretor prevê a construção de 100 prédios residenciais e comerciais ao longo das próximas duas décadas. A estimativa da empresa é atingir R$ 10 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) total e atrair cerca de 50 mil moradores para a nova região. O aporte inicial em infraestrutura básica, incluindo pavimentação e saneamento, somou R$ 250 milhões.

O empreendimento é realizado em parceria com a Federação das Entidades Assistenciais de Campinas (Feac), proprietária original do terreno. A Iguatemi detém uma participação de 30% no negócio, enquanto a entidade social mantém os 70% restantes. O projeto prevê a preservação de 240 mil metros quadrados de áreas verdes, com a criação de quatro parques públicos.

Modelo de comercialização e expansão

A estratégia de comercialização foca na venda de lotes para incorporadoras, como Building, GNO e A. Yoshii, responsáveis por erguer os edifícios. A Iguatemi mantém a curadoria arquitetônica para garantir a organização do bairro. O primeiro lançamento residencial, denominado ‘Avenida 105’, possui unidades de alto padrão com preços iniciais de R$ 2,5 milhões.

Além da parceria com incorporadoras, a companhia prepara investimentos próprios na área. Está prevista para o segundo semestre a construção de uma torre de escritórios, com aporte estimado em R$ 232 milhões, reforçando a infraestrutura do local e o potencial de valorização do mercado imobiliário da região.

Fonte: Estadão

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