O advogado de Daniel Moreno-Gama, 20 anos, acusado de jogar um coquetel molotov no portão da casa do CEO da OpenAI, Sam Altman, afirmou que seu cliente sofreu uma crise de saúde mental aguda. A defesa busca reavaliar as acusações, consideradas excessivas pela equipe jurídica.

Moreno-Gama, que possui histórico de autismo, teria ameaçado incendiar a sede da OpenAI devido ao seu ódio pela tecnologia de Inteligência Artificial. A promotoria, contudo, refuta a alegação de crise de saúde mental, afirmando não haver evidências suficientes.
Audiência adiada e acusações em aberto
O suspeito, residente do Texas, teve sua audiência de apresentação de acusações adiada para 5 de maio, a pedido de sua equipe jurídica. Ele enfrenta acusações federais e estaduais, incluindo tentativa de assassinato, tentativa de incêndio criminoso e posse de artefato explosivo.
Intenções detalhadas em documento apreendido
Um documento apreendido com Moreno-Gama detalhava suas intenções de matar Altman e alertava sobre a “extinção iminente” da humanidade pela IA. O documento também listava nomes de outros executivos e investidores do setor de IA.
Reflexão de Sam Altman sobre os últimos anos
Em resposta ao ataque, Sam Altman publicou um post em seu blog, descrevendo os últimos anos como “extremamente intensos, caóticos e de alta pressão”. Ele compartilhou uma foto de sua família e pediu a desescalada da retórica e táticas na indústria de IA.
OpenAI garante segurança e colabora com investigação
A OpenAI agradeceu a rápida resposta do Departamento de Polícia de São Francisco e o apoio da cidade para garantir a segurança de seus funcionários. A empresa afirmou estar auxiliando as autoridades na investigação.
Fonte: Cnbc