FGC inicia pagamento a credores do Will Bank com valores acima de R$ 1 mil

FGC inicia pagamento a credores do Will Bank com valores acima de R$ 1 mil. Estima-se o desembolso de R$ 6,06 bilhões para cerca de 312 mil credores.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou o pagamento aos credores do Will Bank com valores superiores a R$ 1 mil. O fundo estima desembolsar R$ 6,06 bilhões para cerca de 312 mil credores. O Will Bank, que integrava o conglomerado do Banco Master, foi liquidado pelo Banco Central (BC) em 21 de janeiro.

Os pagamentos são realizados por meio do aplicativo do FGC. Para receber, o credor deve se cadastrar, enviar a documentação necessária e formalizar a solicitação. O fundo recomenda manter as notificações do app ativas para acompanhar o andamento do processo e eventuais solicitações adicionais.

Esta é a segunda etapa de ressarcimento aos credores do Will Bank. A primeira teve início em 13 de fevereiro, quando o FGC antecipou valores de até R$ 1 mil por credor. Nessa fase, o processo ocorreu diretamente pelo aplicativo do Will Bank, com a liberação de R$ 126 milhões para aproximadamente 1,145 milhão de credores.

O FGC garante depósitos de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira ou conglomerado, respeitando o limite de R$ 1 milhão a cada período de quatro anos. Credores que já atingiram o teto de R$ 250 mil com valores recebidos do Banco Master, Master de Investimentos e Letsbank não terão direito a novos pagamentos relacionados ao Will Bank, por se tratar do mesmo conglomerado.

Até a data de ontem, o FGC já havia pago R$ 39,3 bilhões em garantias a credores do Banco Master, Master de Investimentos e Letsbank, liquidados pelo BC em 18 de novembro. Esse montante corresponde a 96,9% do total previsto e alcançou 669 mil credores, ou 90,24% do total.

No caso do Banco Pleno, liquidado em 18 de fevereiro, o FGC desembolsou R$ 3,61 bilhões, o equivalente a 75,39% do total estimado. Em número de credores, os pagamentos atingiram 107 mil pessoas, ou 70,45% do total. Embora tenha integrado o conglomerado do Banco Master, o Banco Pleno não fazia mais parte do grupo no momento de sua liquidação.

Fonte: Globo

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