Márcio França deixa ministério e foca em projeto para São Paulo

Márcio França deixa o Ministério do Empreendedorismo para focar em projeto eleitoral para São Paulo, buscando vaga no Senado.

O ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), anunciou nesta quinta-feira (2) que deixará o ministério para se dedicar às eleições. França informou que se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir seu futuro político-eleitoral e declarou que participará de um projeto para São Paulo, sem especificar o cargo que disputará. O ministro busca uma vaga para concorrer ao Senado.

marcio franca
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“Estive hoje com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, juntos, definimos o melhor caminho a seguir”, afirmou França em publicação nas redes sociais. “A partir de agora, concentro meus esforços ao lado do nosso time do PSB e no projeto para São Paulo e para o Brasil. Preparem as velas: vamos partir para a luta”, declarou.

Após a reunião com Lula, França indicou que buscará “encontrar soluções para os problemas de São Paulo” nas eleições. “É hora de abrir as portas do mundo para nossos empresários e para retomar o protagonismo paulista”, disse.

França havia lançado sua pré-candidatura ao governo paulista em abril de 2025, mas perdeu espaço dentro do campo progressista. Em março, Lula lançou a pré-candidatura do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) para o governo de São Paulo. A cúpula nacional do PT e PSB confirmou que os dois partidos estarão juntos no primeiro turno. Com isso, França almeja uma vaga para o Senado na chapa de Haddad ou a indicação para a vice-presidência.

A ex-ministra Marina Silva (Rede) também deixou o governo federal para concorrer em São Paulo. Assim como França, Marina deseja concorrer ao Senado, mas pode ser indicada para a vice de Haddad.

Das duas vagas para o Senado na chapa de Haddad, uma será ocupada pela ex-ministra Simone Tebet, que migrou do MDB para o PSB e transferiu seu domicílio eleitoral para São Paulo a pedido do presidente.

Lula considerou nomear França para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço, substituindo o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que deixou a pasta para ser candidato a vice na chapa presidencial.

Fonte: Globo

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