Petróleo sobe e bolsas em Nova York recuam com tensão no Golfo

Preço do petróleo dispara com tensões entre Estados Unidos e Irã no Estreito de Ormuz, provocando recuo nos futuros das bolsas em Nova York.
Gráfico de variação do preço do barril de petróleo Brent. Gráfico de variação do preço do barril de petróleo Brent.
Petróleo sobe e bolsas em Nova York recuam com tensão no Golfo em destaque no AEconomia.news.

Os preços do petróleo registraram forte alta neste domingo (19), impulsionados pela escalada de tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e o Irã. O agravamento do cenário no Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o transporte global da commodity, gerou reflexos imediatos nos mercados financeiros internacionais.

Os contratos do petróleo WTI para entrega em maio subiram cerca de 7%, atingindo a marca de US$ 89,85 por barril. O brent, referência global, acompanhou o movimento e avançou para US$ 96,57 por barril. O impasse na região gera incertezas sobre o fluxo comercial e pressiona o mercado financeiro global.

O que você precisa saber

  • A Marinha dos EUA apreendeu um navio iraniano no Golfo de Omã após confrontos diretos.
  • Forças da Guarda Revolucionária do Irã atacaram uma embarcação comercial no Estreito de Ormuz no sábado (18).
  • Futuros dos índicesDow Jones,S&P 500eNasdaq 100operam em queda devido ao aumento das tensões.

Impacto nos mercados financeiros

A instabilidade militar pressionou os índices de Wall Street, que operaram em baixa. Os contratos futuros do Dow Jones recuaram 0,9%, interrompendo o ciclo recente de otimismo que levava as bolsas americanas a patamares recordes. A situação atual levanta preocupações sobre a continuidade da logística comercial na região, ponto chave para a estabilidade econômica global.

Negociações diplomáticas sob incerteza

A sucessão de incidentes militares coloca em risco a continuidade das negociações diplomáticas entre Washington e Teerã. O governo norte-americano sinalizou ameaças contra infraestruturas estratégicas iranianas, enquanto o Irã condiciona a normalização do tráfego marítimo ao fim das restrições impostas pelos Estados Unidos. O cenário de conflito permanece como um dos principais fatores de risco para os preços das commodities e para o apetite ao risco dos investidores.

Fonte: Infomoney

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