Petróleo em baixa favorece Bitcoin e criptoativos em mercado crip

Queda no preço do petróleo reduz expectativas de inflação, aliviando bancos centrais e favorecendo Bitcoin e criptoativos. Entenda o impacto.

O mercado de criptoativos opera em forte alta, impulsionado pela retomada do apetite a risco após um acordo de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Enquanto as bolsas globais dispararam, a queda no preço do petróleo pode favorecer a demanda por Bitcoin e outros criptoativos mais expostos ao cenário macroeconômico e geopolítico.

A queda nos preços do petróleo é um fator macro positivo para o mercado cripto, pois reduz as expectativas globais de inflação. Isso alivia a pressão sobre os bancos centrais e melhora o ambiente de liquidez, essencial para o prosperar do mercado cripto.

Essa dinâmica ajuda o mercado a transitar de uma postura defensiva para um regime de negociação mais construtivo. O capital pode voltar a fluir para ativos de crescimento como Bitcoin e Ethereum, sem o peso das preocupações inflacionárias impulsionadas pela energia.

A dinâmica do petróleo e as expectativas em relação à política de juros do Federal Reserve (Fed) continuam sendo os principais fatores limitantes para uma alta sustentada. Se os preços de energia mais baixos continuarem a conter a inflação, isso pode abrir espaço para uma política de juros mais baixos ao longo do ano, atuando como um catalisador poderoso para ativos de risco.

No entanto, o fim do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã segue longe de estar definido. Apesar do acordo de cessar-fogo, ataques ainda estão ocorrendo e o Estreito de Ormuz segue obstruído, segundo agências de notícias internacionais.

Nesse contexto, o desempenho dos ativos de risco durante o dia pode apresentar volatilidade e mudar de rumo conforme o desenrolar dos eventos.

Por volta das 14h20 (horário de Brasília), o Bitcoin (BTC) era negociado a US$ 71.100, com valorização de 4,5% nas últimas 24 horas. A máxima do período encostou nos US$ 73 mil, maior valor desde meados de março.

Entre as maiores altcoins, Ethereum (ETH) e Solana (SOL) apresentavam valorização superior a 6%.

Fonte: Globo

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