O Papa Leão lamentou, durante viagem oficial a Angola, a exploração de populações por regimes autoritários e a desigualdade social promovida por elites econômicas. O pontífice reforçou um discurso contundente sobre justiça social e ética, temas centrais de sua atual turnê pelo continente africano.

O que você precisa saber
- O Papa Leão condena a opressão e a violência, classificando-as como contrárias aos valores fundamentais.
- O líder daIgreja Católicaintensifica críticas a líderes mundiais e à exploração de recursos naturais.
- A agenda abrange quatro países e reflete uma postura ativa do pontífice em questões deGeopolíticae desigualdade social.
Contexto da turnê africana
A visita a Angola representa a terceira etapa de uma jornada que inclui passagens por 11 cidades. Desde o início de seu papado, Leão mantém um posicionamento crítico contra a guerra e a disparidade econômica global. Recentemente, o líder religioso também se manifestou sobre tensões internacionais envolvendo potências como Estados Unidos e Irã.
Críticas à exploração de recursos
Em discursos durante a viagem, o pontífice denunciou a exploração predatória de recursos naturais por parte de grupos que classificou como autoritários. Segundo o Papa, a desonestidade e a violência negam princípios de justiça e bem-estar coletivo. O líder religioso, que representa uma instituição com 1,4 bilhão de seguidores, destacou a urgência de uma ética mais humana na gestão de riquezas nacionais.

Fonte: Infomoney