O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, visitou tropas israelenses no Líbano e afirmou que a invasão do país vizinho, iniciada para combater o Hezbollah, evitou uma incursão do grupo armado em território israelense. A ação militar israelense visa criar uma zona de segurança para repelir ameaças.


A estratégia, segundo Netanyahu, protege Israel de munições antitanque e foguetes disparados pelo Hezbollah. A operação, no entanto, já causou mais de 2.000 mortes no Líbano e forçou mais de 1 milhão de libaneses a deixarem suas casas, segundo o Ministério da Saúde local. O governo libanês busca negociações para interromper os ataques e discutir a retirada das tropas israelenses.
ONU relata ataques de tanque israelense a veículos da Unifil
As Forças de Paz da ONU no Líbano (Unifil) relataram que tanques israelenses atropelaram veículos da força de paz em duas ocasiões. Os incidentes causaram danos significativos aos veículos da Unifil.
Unifil alvo de tiros de alerta em meio a restrições de Israel
A Unifil também informou ter recebido tiros de alerta na região, com um disparo atingindo proximidades de um membro da força. As tropas israelenses estariam restringindo a liberdade de movimento dos capacetes azuis. Três soldados da Unifil morreram desde o início da guerra, e investigações apontam para disparos israelenses e bombas do Hezbollah como causas.
Papa Francisco apela por cessar-fogo e proteção civil
O papa Francisco reiterou o pedido por um cessar-fogo na região. O pontífice expressou proximidade com o povo libanês e destacou a obrigação moral de proteger a população civil em conflitos. Ele pediu às partes envolvidas que busquem uma resolução pacífica, sem mencionar diretamente Israel.
Fonte: UOL