Iguatemi desenvolve bairro planejado em Campinas com foco em urbanismo

A Iguatemi inicia o projeto Casa Figueira em Campinas, um bairro planejado com 100 prédios e potencial de R$ 10 bilhões em vendas ao longo de 20 anos.
Maquete ou representação visual do projeto urbanístico Casa Figueira em Campinas. Maquete ou representação visual do projeto urbanístico Casa Figueira em Campinas.
Iguatemi desenvolve bairro planejado em Campinas com foco em urbanismo em destaque no AEconomia.news.

A Iguatemi deu início à construção do Casa Figueira, um projeto imobiliário de grande porte em Campinas, São Paulo. Com uma área total de 1 milhão de metros quadrados, equivalente ao bairro paulistano da Vila Olímpia, o empreendimento prevê a edificação de 100 edifícios ao longo das próximas duas décadas.

Diferente do modelo tradicional de condomínios fechados, a proposta aposta em um conceito de bairro aberto. O projeto prioriza a integração urbana com alamedas, praças e ciclovias, buscando fomentar a circulação de pedestres e a convivência entre moradores e visitantes.

O conceito de urbanismo integrado

Conforme declarou Carlos Jereissati, conselheiro da Iguatemi, o desenvolvimento reflete uma mudança estratégica no setor imobiliário, que passa a valorizar a interação entre o espaço privado e o público. O executivo destaca que a valorização do imóvel depende diretamente da qualidade do entorno urbano.

A empresa busca criar uma nova centralidade em Campinas, unindo áreas residenciais, comerciais e de lazer. A estratégia consiste em aplicar a expertise em gestão de propriedades de alto padrão para consolidar o entorno do Shopping Iguatemi como um polo de referência em urbanismo.

Impacto nos negócios e expansão

A iniciativa movimenta um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 10 bilhões ao longo de sua execução. Para a companhia, o desenvolvimento de áreas no entorno de seus ativos é um diferencial competitivo importante, embora o foco central do negócio permaneça no setor de shopping centers.

O projeto em Campinas serve como laboratório para a empresa, que avalia a possibilidade de replicar o modelo em outras localidades onde detém grandes terrenos, como Sorocaba e São José do Rio Preto. A empresa busca testar novas formas de conexão entre o varejo e projetos imobiliários de uso misto.

Fonte: Estadão

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