A política monetária clássica diante de um choque de oferta sugere ignorar os efeitos primários e focar nos secundários. No entanto, no Brasil, a resistência do mercado de trabalho eleva a probabilidade de um impacto mais generalizado da alta dos preços do petróleo na economia. A avaliação é de Rodrigo Azevedo, ex-diretor do Banco Central e sócio-fundador da Ibiuna Investimentos.
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Azevedo destaca que o Banco Central enfrenta um dilema ao dosar sua estratégia em meio a essas pressões inflacionárias.
A recente volatilidade nos mercados de energia e juros futuros, influenciada por eventos geopolíticos no Oriente Médio, adiciona complexidade ao cenário econômico.
Fonte: Globo