EUA bloqueiam Estreito de Ormuz e pressionam Irã por acordo nuclear

EUA anunciam bloqueio imediato ao Estreito de Ormuz após Irã recusar acordo nuclear. Rota vital para 20% do petróleo mundial.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o país iniciará um bloqueio imediato ao Estreito de Ormuz. A decisão ocorre após o fracasso em obter um consenso sobre as ambições nucleares do Irã.

O Estreito de Ormuz é uma rota vital para o transporte de aproximadamente 20% do petróleo e gás mundial, e sua importância se acentua em meio ao conflito entre os Estados Unidos e o Irã.

Uma rodada de negociações presenciais entre os EUA e o Irã, realizada em Islamabad, Paquistão, terminou sem acordo. As conversas, que duraram cerca de 21 horas, buscavam definir o futuro do cessar-fogo em vigor desde o início do mês.

O vice-presidente americano, JD Vance, liderou a delegação dos EUA e declarou que o impasse se deu pela recusa do Irã em aceitar os termos de Washington para abandonar o desenvolvimento de armas nucleares. Vance ressaltou que o objetivo central do presidente Trump é garantir que o Irã não busque uma arma nuclear ou os meios para obtê-la rapidamente.

Em sua rede social, Donald Trump afirmou que, embora a maioria dos pontos tenha sido acordada, o aspecto nuclear não foi resolvido. Ele declarou que a Marinha dos Estados Unidos iniciará o bloqueio de navios que tentem entrar ou sair do Estreito de Ormuz.

Trump instruiu a Marinha a buscar e interceptar embarcações em águas internacionais que tenham pago pedágio ao Irã, afirmando que nenhum armador terá passagem segura em alto-mar sob essas condições. Adicionalmente, os EUA começarão a destruir minas colocadas pelos iranianos no estreito.

O presidente americano relembrou que o Irã prometeu manter o Estreito de Ormuz aberto, mas não cumpriu. Ele mencionou a possibilidade de o Irã ter colocado minas na água, apesar de grande parte de sua marinha ter sido destruída.

Trump concluiu que os Estados Unidos estão prontos para agir e que suas Forças Armadas concluirão o que resta do Irã, em um momento oportuno.

Fonte: Moneytimes

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