A Aura Minerals anunciou a aprovação pelo conselho do projeto Era Dorada, na Guatemala. O anúncio formal representa um marco importante, especialmente por reduzir incertezas para a iniciativa.

Para o Itaú BBA, a aprovação formal traz mais clareza sobre a iniciativa. O Era Dorada é considerado o principal projeto de crescimento da companhia e um componente-chave para que a Aura ultrapasse uma produção de 500 mil onças. Com essa ampliação, o banco acredita que a companhia pode ter uma reprecificação significativa de múltiplos.
O projeto já representa cerca de 25% do preço-alvo do BBA sobre a companhia. Para o JP Morgan, o Era Dorada corresponde a aproximadamente 30% do valor patrimonial líquido (NAV) e deve produzir 111 mil onças de ouro nos primeiros quatro anos.
De acordo com o JP Morgan, a reação do mercado deve ser positiva, refletindo a clareza das informações presentes no anúncio. A Aura aumentou sua projeção de capex para o ano, impulsionada por maiores gastos de expansão associados à aprovação do Era Dorada.
A nova projeção para o ano fiscal de 2026 aumentou de US$ 236-278 milhões para US$ 386 milhões–463 milhões, implicando um aumento de 63,6%–66,5% para o início da fase de construção do Era Dorada.
Fonte: Infomoney