S&P 500 e Nasdaq renovam recordes em Wall Street com otimismo diplomático

Os índices S&P 500 e Nasdaq alcançam recordes históricos em Wall Street impulsionados por balanços positivos e expectativas diplomáticas no Oriente Médio.
S&P 500 e Nasdaq renovam recordes em Wall Street com otimismo diplomático em contexto de Finanças do Brasil S&P 500 e Nasdaq renovam recordes em Wall Street com otimismo diplomático em contexto de Finanças do Brasil
S&P 500 e Nasdaq renovam recordes em Wall Street com otimismo diplomático em destaque no AEconomia.news.

Os índices S&P 500 e Nasdaq renovaram suas máximas históricas de fechamento nesta quarta-feira (15) em Nova York. O S&P 500 superou a marca de 7 mil pontos pela primeira vez, ao encerrar o pregão com alta de 0,80%, aos 7.022,95 pontos. O Nasdaq avançou 1,59%, alcançando 24.016,02 pontos e acumulando sua 11ª sessão consecutiva de ganhos.

Cenário geopolítico e expectativas

O otimismo nos mercados foi impulsionado pela expectativa de um possível desfecho diplomático para o conflito entre os Estados Unidos e o Irã. Embora declarações oficiais apontem para negociações em curso, o cenário permanece complexo com a manutenção de sanções econômicas por parte do governo americano. O comando militar iraniano reforçou o alerta sobre possíveis interferências em rotas comerciais estratégicas, como o Golfo Pérsico e o Mar Vermelho, caso bloqueios portuários persistam.

Balanços e desempenho setorial

A temporada de resultados corporativos trouxe suporte adicional aos índices. O Morgan Stanley registrou alta de 4,5% após superar as projeções de receita, enquanto o Bank of America avançou 1,8% impulsionado pelo lucro líquido. No setor de tecnologia, a Broadcom subiu 4,2% após anunciar a expansão de sua parceria com a Meta.

Federal Reserve e atividade econômica

Em sentido oposto, o índice Dow Jones recuou 0,15%, fechando aos 48.463,72 pontos. O relatório “Livro Bege”, divulgado pelo Federal Reserve, indicou que a atividade econômica nos Estados Unidos cresce em ritmo leve a moderado. O documento destaca que o conflito no Oriente Médio atua como um fator de incerteza, levando companhias a adotarem uma postura cautelosa em novos investimentos e contratações.

Fonte: Globo

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