O presidente-executivo da Walt Disney (DIS), Josh D’Amaro, anunciou demissões em massa em um comunicado interno aos funcionários, com o objetivo de otimizar as operações da empresa. Cerca de 1.000 postos de trabalho serão eliminados.
Os cortes afetarão áreas como marketing, que passou por uma reorganização em janeiro, além de negócios de estúdio e televisão, a ESPN, produtos e tecnologia, e algumas funções corporativas. A Disney iniciou o processo de notificação aos funcionários nesta semana.
“Dado o ritmo acelerado de nossas indústrias, isso exige que avaliemos constantemente como fomentar uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro”, explicou D’Amaro no comunicado. “Como resultado, eliminaremos cargos em algumas áreas da empresa.”
A Disney, assim como outros estúdios de Hollywood, está se adaptando a novas realidades econômicas. Isso inclui a queda no mercado televisivo, a redução na bilheteria de cinema e o aumento da concorrência. Outras empresas do setor, como Warner Bros. Discovery e Paramount Skydance, também realizaram demissões.
A última grande onda de cortes na Disney ocorreu em 2023, quando a empresa anunciou a eliminação de 7.000 postos de trabalho como parte de um esforço para economizar US$ 5,5 bilhões em custos. Naquele período, a Disney enfrentava pressão do investidor ativista Nelson Peltz para melhorar seu desempenho financeiro e estancar as perdas em seu negócio de streaming.
Em setembro, ao final de seu ano fiscal, a Disney informou empregar aproximadamente 231.000 pessoas. A notícia dos cortes foi primeiramente divulgada pelo jornal The Wall Street Journal.
Fonte: Moneytimes