Artemis 2: Nasa estuda riscos de radiação e saúde mental em missões espaciais

Nasa investiga efeitos da radiação e saúde mental em astronautas da Artemis 2, preparando futuras missões à Lua e Marte.

A missão Artemis 2, que levou astronautas mais longe da Terra do que qualquer ser humano antes, servirá para a Nasa estudar os riscos da radiação no espaço profundo e seus impactos na saúde dos tripulantes. Diferentemente da órbita terrestre, a Lua não possui a proteção da magnetosfera contra raios cósmicos e partículas solares.

17684905886969065c14937 1768490588 3x2 md
17684905886969065c14937 1768490588 3×2 md
177551282669d42cfa97d80 1775512826 3x2 md
177551282669d42cfa97d80 1775512826 3×2 md
177557232669d51566dfd24 1775572326 3x2 md
177557232669d51566dfd24 1775572326 3×2 md

A agência espacial americana instalou sensores de radiação na cápsula Orion e coletou amostras de sangue e saliva dos astronautas. A saúde da tripulação é monitorada por relógios inteligentes. Chips de computador foram programados para simular funções fisiológicas, como as da medula óssea, um dos tecidos mais afetados pela radiação.

Impactos da radiação no corpo

O cientista-chefe do Programa de Pesquisa Humana da Nasa, Steven Platts, explicou que os dados coletados ajudarão a compreender a diferença de radiação entre a órbita baixa da Terra e o espaço profundo. A previsão é de maior exposição à radiação cósmica galáctica.

Além do risco de câncer, a radiação pode afetar o sistema nervoso central e a circulação sanguínea, podendo aumentar o risco de doenças como Parkinson. Embora a Artemis 2 tenha duração limitada, permanências mais longas na Lua ou em Marte exigem estudos aprofundados.

Saúde mental em missões longas

Os riscos psicológicos de longos períodos no espaço são outro foco importante. A desconexão com a Terra e os espaços restritos de convivência podem representar o maior perigo para os astronautas em missões futuras.

A comparação entre a Estacão Espacial Internacional e a cápsula Orion ilustra a diferença de espaço disponível. A tecnologia avançou significativamente desde as missões Apollo, permitindo estudos médicos mais detalhados.

Fonte: UOL

Adicionar um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Imagens e vídeos são de seus respectivos autores.
Uso apenas editorial e jornalístico, sem representar opinião do site.

Precisa ajustar crédito ou solicitar remoção? Clique aqui.

Publicidade