Uma nova lei sancionada em São Paulo permite que tutores sepultem seus animais de estimação em jazigos familiares. A medida reconhece o forte vínculo afetivo entre humanos e pets, que cada vez mais são considerados membros da família.






A iniciativa, inspirada na história de um cão que viveu em um cemitério após a morte de sua tutora, foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas. A lei confere autonomia aos municípios para definir as normas sanitárias, ambientais e operacionais para a realização dos sepultamentos.
Cemitérios particulares também poderão oferecer o serviço, desde que regulamentados. As despesas relacionadas ao sepultamento dos pets nos jazigos familiares serão integralmente cobertas pelos proprietários. Os custos exatos do serviço ainda não foram divulgados, mas atualmente a cremação é uma alternativa comum, com preços que variam significativamente.
Vínculo afetivo entre humanos e animais
O projeto de lei, conhecido como Bob Coveiro, destaca a importância dos animais de estimação na vida das pessoas. A adoção de pets tem crescido, e a tendência é que eles sejam cada vez mais integrados à dinâmica familiar, inclusive após a morte.
Regulamentação municipal e custos
A autonomia dada aos municípios para estabelecer as regras específicas garante que a prática seja realizada de forma segura e organizada. A definição das diretrizes sanitárias e ambientais é crucial para a implementação da lei.
Alternativas de sepultamento e cremação
Enquanto a nova lei abre a possibilidade de sepultamento em jazigos familiares, a cremação de pets continua sendo uma opção amplamente utilizada. Os valores para este serviço variam, dependendo do porte do animal e da empresa contratada.
Fonte: Moneytimes