A trégua entre Estados Unidos e Irã deu lugar a um alarme regional, com Israel intensificando seus ataques contra o Líbano e o Irã atingindo instalações petrolíferas de países vizinhos. Os mercados financeiros haviam reagido positivamente ao anúncio de um acordo, mas os combates persistem.






Israel lançou o que descreveu como seus maiores ataques até o momento contra o Líbano, resultando em centenas de vítimas, segundo o Ministério da Saúde libanês. Enquanto isso, vizinhos do Irã no Golfo, como Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Bahrein, relataram ataques de mísseis e drones iranianos, incluindo ataques a um gasoduto da Arábia Saudita.
Convite para conversações de paz
O primeiro-ministro do Paquistão convidou delegações do Irã e dos EUA para negociações de paz em Islamabad. O Irã confirmou participação, mas os Estados Unidos ainda não oficializaram sua presença em conversas presenciais. O vice-presidente dos EUA indicou que o presidente Trump busca um acordo.
Disputas e condições para acordo
As principais disputas entre EUA e Irã permanecem sem solução. Uma autoridade iraniana sênior indicou que o Estreito de Ormuz pode ser aberto antes das negociações de paz, mas condicionou a ação a um acordo de cessar-fogo. A abertura inicial seria limitada e exigiria permissão iraniana.
Reações e receios
Multidões celebraram no Irã, mas o receio de que o acordo não se concretize persiste. A população teme que a diplomacia falhe ou que o presidente Trump mude de opinião. A situação geopolítica na região continua tensa, com potencial impacto nos mercados globais de energia.
Fonte: Moneytimes