O dirigente nacional do PSB e ex-ministro do Empreendedorismo, Márcio França, está pressionando o PT para que ele seja o candidato ao Senado na chapa do ex-ministro Fernando Haddad ao governo de São Paulo. França anunciou nesta segunda-feira (6) seu eventual suplente, caso seja escolhido para a disputa. No entanto, a coordenação da pré-campanha de Haddad e o PT paulista não confirmam a indicação e afirmam que a definição de quem ocupará a segunda vaga ao Senado e a vice-presidência ainda não ocorreu.
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Até o momento, PT e PSB definiram apenas a pré-candidatura de Haddad ao governo paulista e o lançamento da ex-ministra Simone Tebet (PSB) para uma das vagas ao Senado por São Paulo. Uma conversa entre França e Haddad estava prevista para esta segunda-feira para discutir a composição da chapa estadual.
França divulgou em suas redes sociais um vídeo ao lado do ex-deputado e ex-prefeito Rubens Furlan (PSB), indicando o ex-parlamentar como seu suplente. Furlan declarou que essa seria a “melhor dobrada para o nosso Estado”. Furlan, empresário e ex-prefeito de Barueri, já passou por diversos partidos como MDB, PFL, PPS e PSDB, e atualmente está no PSB.
A ex-ministra Marina Silva (Rede) também manifestou interesse na vaga ao Senado, anunciando no sábado sua intenção de disputar o cargo na chapa de Haddad. Ela declarou que coloca seu nome à disposição para representar a federação liderada pelo Psol na segunda vaga ao Senado, ao lado de Simone Tebet.
Integrantes da pré-campanha avaliam que tanto Marina quanto França utilizam táticas semelhantes para se fortalecer na disputa. Ambos os ex-ministros são cotados para o Senado, mas também para a vice-presidência na chapa de Haddad. O pré-candidato petista busca, contudo, atrair um nome ligado ao agronegócio paulista, com menções a Teca Vendramini, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira. A deputada Tabata Amaral (PSB) também foi sondada para a vice, mas confirmou que disputará a reeleição na Câmara.
Fonte: Globo