Wells Fargo: América Latina em 2026 terá guinada à direita

Wells Fargo prevê onda conservadora na América Latina em 2026, com 55% de chance de derrota de Lula no Brasil. Entenda o impacto.
guinada à direita na AL em 2026 — foto ilustrativa guinada à direita na AL em 2026 — foto ilustrativa

O banco americano Wells Fargo projeta uma onda conservadora na América Latina, que iniciou em 2024, ganhou força em 2025 e deve avançar em 2026 sobre a região.

No Brasil, a instituição financeira prevê uma probabilidade de 55% de derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na eleição presidencial do próximo ano.

Essa projeção reflete uma tendência global de ascensão de pautas conservadoras, que impactam os mercados financeiros e a política externa dos países latino-americanos.

Previsões do Wells Fargo para a América Latina

Segundo as análises do Wells Fargo, a ascensão de governos de direita na América Latina pode trazer mudanças significativas nas políticas econômicas e sociais da região. A expectativa é de maior alinhamento com mercados internacionais e possíveis reformas estruturais.

Brasil: Cenário Eleitoral e Impacto no Mercado

A projeção de derrota do presidente Lula em 2026, estimada pelo Wells Fargo em 55%, indica um cenário de alta volatilidade para o mercado brasileiro. A mudança de Governo pode influenciar diretamente as decisões de investimento e a confiança dos agentes econômicos. Especialistas apontam que a incerteza política pode afetar o desempenho de indicadores como o Ibovespa e a taxa de câmbio.

A análise do banco sugere que a próxima eleição presidencial brasileira será um divisor de águas para a economia do país, com potenciais impactos nas políticas fiscal e monetária, bem como na relação com blocos econômicos internacionais.

Onda Conservadora Global

A guinada à direita na América Latina, segundo o Wells Fargo, não é um fenômeno isolado. Ela acompanha uma tendência mundial de consolidação de pautas conservadoras em diversas nações, influenciando debates sobre políticas de imigração, segurança e economia. A análise sugere que essa tendência pode moldar o cenário geopolítico global nos próximos anos.

Fonte: Valor Econômico

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