Dois tripulantes de um caça americano F-15E Strike Eagle, abatido pelo Irã, ejetaram segundos antes da aeronave atingir o solo. O piloto foi resgatado cerca de seis horas após a queda, mas o oficial de sistemas de armas permaneceu desaparecido, desencadeando uma operação de busca intensiva.



O militar desaparecido, sozinho e armado apenas com uma pistola em território hostil, escondeu-se em uma fenda em uma montanha de aproximadamente 2.100 metros. Ele utilizou um sinalizador de luz para indicar sua localização, permitindo que as forças americanas o encontrassem.
A operação de resgate, descrita como uma das mais complexas da história das operações especiais americanas, envolveu cerca de cem integrantes das Forças de Operações Especiais, com apoio de helicópteros, aeronaves de vigilância e caças. A CIA também atuou na operação, espalhando informações falsas para desviar a atenção das forças iranianas.
A extração do militar resgatado enfrentou dificuldades adicionais quando o trem de pouso de aeronaves de transporte ficou preso na areia de uma pista improvisada no Irã. Após a substituição das aeronaves, os militares americanos bombardearam os veículos danificados para evitar que caíssem em mãos iranianas.
O presidente Donald Trump anunciou o sucesso da missão nas redes sociais, confirmando que o oficial resgatado sofreu ferimentos, mas estava se recuperando bem. Não houve baixas americanas durante a operação.
Fonte: UOL