Renda Fixa: CDBs e LCIs/LCAs com taxas de até 14,20% na XP

Confira as melhores taxas de renda fixa hoje (31/10): CDBs até 14,20%, LCIs/LCAs com IPCA+8,95% e 86% do CDI na XP.
Renda fixa — foto ilustrativa Renda fixa — foto ilustrativa

Nesta sexta-feira (31), o Mercado de emissão bancária na plataforma da XP apresenta opções atrativas de renda fixa. Investidores podem encontrar CDBs com taxas prefixadas de até 14,20% ao ano para vencimentos em 12 meses. Para aqueles que buscam proteção contra a inflação, os títulos atrelados ao IPCA oferecem remunerações de até IPCA+8,95% em prazos superiores a 12 meses. Já os pós-fixados chegam a render 100% do CDI em um ano.

As Letras de Crédito Agronegócio (LCAs) não ficam para trás, com taxas prefixadas de até 11,90% para vencimentos em 12 meses e pós-fixados rendendo até 86% do CDI após 1 ano. As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) prefixadas atingem 11,16%, enquanto as ligadas à inflação pagam até IPCA+6,80% e as pós-fixadas oferecem até 86% do CDI após 1 ano.

Opções em Destaque na Renda Fixa Bancária da XP

A plataforma da XP disponibiliza diversas opções de investimento. Entre elas, destacam-se:

  • LCD BNDES: Rendendo 91% do CDI, com vencimento em dezembro de 2029.
  • LCA BDMG: Oferecendo 94% do CDI, com vencimento em outubro de 2028.
  • CDB NBC BANK: Com uma taxa atrativa de 102% do CDI, com vencimento em outubro de 2032.

É importante notar que essas ofertas são limitadas à capacidade disponível dos produtos nesta sexta-feira (31).

Cenário Econômico Influencia Juros e Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a quinta-feira (30) em alta, refletindo o impacto da recente decisão do Federal Reserve (Fed) e a divulgação de dados de emprego acima do esperado no Brasil. Esses fatores limitam o espaço para cortes de juros no curto prazo, tanto no cenário internacional quanto no doméstico.

A taxa do DI para janeiro de 2028 subiu para 13,235%, enquanto o DI para janeiro de 2035 atingiu 13,65%. A curva longa acompanhou a tendência global de alta dos rendimentos, enquanto a curva curta reagiu aos dados de emprego, que indicam pressões inflacionárias.

O Fed reduziu sua taxa básica em 25 pontos-base, para o intervalo de 3,75% a 4,00% ao ano, mas sinalizou cautela em relação a novos cortes em dezembro. A postura mais conservadora da autoridade monetária americana levou investidores globais a ajustarem suas posições em juros e câmbio.

No Brasil, o Caged revelou a criação líquida de 213.002 vagas formais em setembro, superando as expectativas. Esse resultado, impulsionado pelo setor de serviços, confirma a resiliência do mercado de trabalho, o que, segundo analistas, mantém pressões inflacionárias e restringe a margem para cortes na Selic, atualmente em 15% ao ano.

Embora o Déficit fiscal de setembro tenha sido menor que o projetado, marcando o pior resultado para o mês desde 2020 em termos reais, a preocupação com as contas públicas permanece no radar dos investidores.

No cenário Internacional, os rendimentos dos Treasuries continuaram a subir, com o título de dez anos alcançando 4,093%. Esse movimento foi influenciado pela leitura pós-Fed e pelo acordo comercial entre EUA e China, que incluiu uma redução nas tarifas sobre produtos chineses, fortalecendo o dólar globalmente.

Fonte: InfoMoney

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