Histórias de guerra, embora fascinantes, não são para amadores. A complexidade humana, estratégica e as lições extraídas de situações de conflito exigem uma profundidade que transcende o superficial.






Lourival Sant’anna, jornalista e escritor com experiência em mais de 15 países em zonas de guerra e atuação em mais de 80 nações, compartilhou suas vivências em entrevista. Ele relatou momentos marcantes, como a cobertura de conflitos no Afeganistão e o risco de morte enfrentado em diversas ocasiões.
Sant’anna descreveu a dor de visitar locais bombardeados e a humilhação de ser alvo de ataques por motivos desconhecidos. “Não tem nada mais humilhante do que ser bombardeado. Você vai morrer pelas mãos de uma pessoa que nem sabe que você existe para poder contar um número no placar de um ditador ou governante, pra ele mostrar que está ganhando a guerra”, afirmou.
As narrativas de guerra são intrinsecamente traumáticas, humilhantes, mortais e devastadoras, afetando combatentes, civis e até mesmo aqueles que as registram. A experiência de cobrir esses eventos deixa marcas profundas.
Fonte: Moneytimes