Petróleo em Queda: Excesso de Oferta e Superávit em 2026 Assombram o Mercado

Petróleo cai com temor de excesso de oferta e projeções indicam superávit em 2026. Veja o impacto no mercado e as previsões para o futuro da commodity.
preço do petróleo — foto ilustrativa preço do petróleo — foto ilustrativa
Bomba de petróleo na França

A percepção de que a oferta global de petróleo permanece elevada e a possibilidade de enfraquecimento da demanda nos próximos meses levaram à queda nos contratos futuros da commodity. Novas estimativas indicam um aumento dos estoques nos Estados Unidos e revisões em projeções de instituições que apontam para um superávit no mercado a partir de 2026.

Preocupações com Excesso de Oferta

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) sinalizou que deve interromper os aumentos de produção no primeiro trimestre de 2026. A decisão de adicionar apenas 137 mil barris por dia em dezembro reflete uma crescente preocupação com o excesso de oferta. Consultorias de Mercado, como a Oxford Economics, projetam que o mercado de petróleo caminhará para um superávit nos próximos meses, com o Brent cotado a uma média de US$ 63,60 em 2026.

Projeções de Superávit e Pressão Baixista

A Capital Economics reforça a visão de um excesso iminente de petróleo no mercado, destacando a persistência das exportações marítimas da Rússia, mesmo sob sanções dos Estados Unidos. A instituição prevê uma pressão baixista contínua, com o Brent podendo atingir US$ 60 por barril no final de 2025 e cair para US$ 50 no final de 2026. Essa perspectiva sugere um cenário desafiador para os preços da commodity.

Aumento de Estoques nos EUA e Impacto nos Preços

O recente salto de 5,2 milhões de barris nos estoques de petróleo dos Estados Unidos, o maior desde julho, intensifica o temor de excesso de oferta e adiciona pressão sobre os preços. Embora haja riscos de interrupções nos fluxos de petróleo da Rússia, a força observada nas margens de refino parece estar mais ligada a preocupações com a oferta do que a uma demanda robusta. Essa dinâmica pode manter os preços do petróleo sob controle nos próximos meses.

Fonte: InfoMoney

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