Ibovespa Rumo a 150 Mil Pontos: Recordes Intradiários Indicam Alta Forte

Ibovespa renova recorde intradiário e se aproxima dos 150 mil pontos. Taxa de desemprego e balanços corporativos impulsionam o índice na bolsa.
Ibovespa se aproxima dos 150 mil pontos — foto ilustrativa Ibovespa se aproxima dos 150 mil pontos — foto ilustrativa

O Ibovespa se aproxima de um novo marco histórico, mirando os 150 mil pontos. Nesta sexta-feira, o índice renovou o Recorde intradiário pela terceira sessão consecutiva, impulsionado pela reação dos investidores aos resultados corporativos e ao mais recente dado de taxa de desemprego no Brasil. O desemprego no terceiro trimestre ficou em 5,6%, ligeiramente acima das expectativas do mercado, o que contribuiu para reduzir a pressão sobre os juros futuros.

A divulgação da taxa de desemprego, que indicou a criação de 213 mil vagas formais em setembro, amenizou as apostas em um corte da Taxa Selic já em janeiro de 2026. Por volta das 10h30, o Ibovespa apresentava alta de 0,15%, alcançando 149.000 pontos, com um pico de 149.447 pontos, estabelecendo um novo Recorde.

Contexto da Alta do Índice

No cenário Internacional, o S&P 500 operava em alta de 0,63%, enquanto o Stoxx 600 registrava queda de 0,43%. O volume negociado na bolsa brasileira, neste horário, era de R$ 23,7 bilhões. Empresas como Vale e Petrobras apresentaram resultados corporativos que superaram as expectativas, impulsionando suas ações. As Vale ordinárias subiram 0,33%, e as preferenciais e ordinárias da Petrobras ganharam, respectivamente, 0,37% e 0,22%.

Desempenho dos Bancos e Setor Educacional

No setor bancário, o BB ON destacou-se com um ganho de 1,11%. O setor educacional também mostrou força, com Yduqs ON e Cogna ON liderando o pregão com altas expressivas de 5,26% e 3,57%, respectivamente. Esses movimentos refletem um otimismo cauteloso do mercado, atento aos indicadores econômicos e aos balanços.

Perspectivas para o Mercado

A tendência de alta do Ibovespa sugere um apetite crescente dos investidores por ativos brasileiros, possivelmente atraídos por valuations atrativos e pela perspectiva de juros mais baixos a médio prazo. No entanto, a volatilidade pode persistir, influenciada por fatores macroeconômicos domésticos e globais, como a política monetária do Banco Central e o cenário fiscal do país.

Fonte: Valor Econômico

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