Endividamento Familiar Sobe para 48,9% em Agosto; BC Aponta Mudanças

Endividamento das famílias brasileiras alcança 48,9% em agosto, segundo Banco Central. Saiba os detalhes e o impacto no crédito imobiliário e de veículos.
Endividamento das famílias — foto ilustrativa Endividamento das famílias — foto ilustrativa
Sede do Banco Central em Brasília 22/03/2022. REUTERS/Adriano Machado

O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro atingiu 48,9% em agosto, um leve aumento em relação aos 48,5% registrados em julho (dado revisado). Embora represente um patamar elevado, este índice está abaixo do pico histórico de 49,9% alcançado em julho de 2022.

A análise do Banco Central (BC) também revelou que, ao descontar as dívidas imobiliárias, o endividamento permaneceu em patamares preocupantes, subindo de 30,3% em julho para 30,6% em agosto.

No que diz respeito ao comprometimento da renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN), o percentual avançou de 27,9% para 28,5%. Excluindo os empréstimos habitacionais, esse índice passou de 25,8% para 26,3% no mesmo período.

Crédito Imobiliário e Veículos: Tendências de Agosto

O segmento de crédito imobiliário para pessoa física apresentou um crescimento de 1,0% em setembro, comparado a agosto. O saldo total para habitação alcançou R$ 1,267 trilhão, com uma variação anual de 11,6%.

Já o crédito livre destinado à compra de veículos por pessoas físicas registrou um aumento de 1,4% em setembro, totalizando R$ 379,894 bilhões. Em um horizonte de 12 meses, este segmento apresentou uma alta de 13,9%.

Esses números indicam uma pressão contínua sobre as Finanças das famílias brasileiras, refletindo os desafios econômicos em curso e a necessidade de uma gestão financeira prudente. Analistas de economia apontam que a alta nas taxas de juros e a inflação persistente podem ter contribuído para este cenário.

Fonte: InfoMoney

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