A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) abriu dois requerimentos de informação sobre o Banco Master, apresentados pelo deputado Flávio Serafini, presidente da Comissão de Servidores Públicos.
Os pedidos são direcionados à RioPrevidência e à Secretaria de Transformação Digital do Estado do Rio de Janeiro. O primeiro requer que o presidente da RioPrevidência, Nicholas Ribeiro da Costa Cardoso, envie a íntegra de todos os contratos firmados entre a autarquia e a corretora Planner, ligada ao Banco Master. A medida visa esclarecer os termos e condições dos aportes que somam R$ 970 milhões, feitos pelo fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro, que foi o maior investidor em títulos da instituição.
O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central e é suspeito de operar créditos sem garantia, o que poderia gerar prejuízos aos servidores. O segundo requerimento é dirigido ao secretário de Transformação Digital, Feu Braga, solicitando informações sobre processos sigilosos retirados do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) desde janeiro de 2025.
A intenção é entender a extensão e os critérios utilizados para a exclusão desses processos do sistema público, além de obter a lista com os números e os motivos que justificaram tal medida.