Confirmado como candidato a vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa pela reeleição, Geraldo Alckmin (PSB) expressou satisfação em repetir a parceria de 2022. Alckmin deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para se dedicar à campanha.






Alckmin descreveu a campanha eleitoral como um ato de amor ao país e ao povo, contrastando com uma visão de disputa acirrada. Ele aguarda a definição de seu substituto no MDIC, que deve ser anunciada pelo presidente Lula até o próximo sábado.
Campanha eleitoral e a defesa da democracia
O vice-presidente sinalizou que a chapa com Lula pretende usar o tema da tentativa de golpe de Estado como um dos pilares da campanha. Ele defende que a comparação entre governos deve abranger todos os setores, incluindo o meio ambiente e a defesa da democracia.
“Nós salvamos a democracia. Isso é a realidade. Então, democracia versus ditadura, autoritarismo. Aliás, quem defende ditadura não devia nem ser candidato. Se não acredita no povo, para que disputar?”, questionou Alckmin.
Cenário político e eleitoral
Alckmin comentou sobre a pluralidade de candidatos a cargos majoritários no Brasil, sugerindo a necessidade futura de reduzir o número de partidos políticos. Ele também abordou as pesquisas eleitorais, afirmando que, embora alguns apontem adversários na liderança, a maioria indica Lula à frente.
Ele ressaltou que o resultado definitivo será conhecido após o início oficial da campanha eleitoral.
Fonte: Moneytimes